"... e o que saiu de trás da moita foi um Volkswagen." - [Tom Jobim].
E foi verdade! Um fusca apareceu por aqui.
Pode soar piegas, mas essa frase de Tom Jobim nunca serviu tão bem como agora. A moita, além de ter o significado que conhecemos perante uma situação que denota ou recomenda silêncio, é também um "Grupo espesso de arbustos ramosos" - segundo o site www.dicio.com.br - perfeito, se estivermos a falar de um lugar onde se lê, se escuta e se aprende: uma escola - que não por um acaso é situada ao fim da rua Onça Pintada, lugar repleto de mata atlântica e virgem.
Pode soar piegas, mas essa frase de Tom Jobim nunca serviu tão bem como agora. A moita, além de ter o significado que conhecemos perante uma situação que denota ou recomenda silêncio, é também um "Grupo espesso de arbustos ramosos" - segundo o site www.dicio.com.br - perfeito, se estivermos a falar de um lugar onde se lê, se escuta e se aprende: uma escola - que não por um acaso é situada ao fim da rua Onça Pintada, lugar repleto de mata atlântica e virgem.
Tanta coincidência não é mero acaso mesmo. Com razão ou não, vale insistir que cultura também é educação, seja musical ou popular. Depois de falarmos sobre reutilização de pneus e da sua irmã Kombi, nada melhor que homenagearmos o velho fusca arriado com uma foto panorâmica, visto que não é possivel adaptar qualquer tipo de projeto monumental ou recreativo - contrariamente aos navios danificados que são afundados e viram ótimos corais.
Antes disso, vale lembrar que a iniciativa foi realizada em período extra curricular e na verdade esta serve para recriminar ações de despejo e abandono deste tipo. Além disso, o fusca contém partes oblíquas e cortantes portanto jamais incentivamos o contato com o veículo ou qualquer outro objeto abandonado, mesmo que seja por curiosidade pessoal ou muito menos por lazer.
obs: O carro em questão já foi afastado da área escolar e não representa perigo.
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